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20/09/2018
Gordura no fígado: causas e prevenção

A gordura no fígado, ou esteatose hepática, é uma doença causada pelo acúmulo de gordura no fígado, podendo evoluir para quadros mais graves e até mesmo o câncer.

Você já ouviu falar em esteatose hepática? Essa doença também é conhecida como gordura no fígado e se caracteriza pelo acúmulo anormal de triglicéridos (um tipo comum de gordura) nas células do fígado.

Com isso, surgem grandes vesículas no organismo, podendo evoluir para quadros mais graves, como insuficiência hepática e cirrose. Além disso, em alguns casos, é possível que haja alteração no peso corporal em decorrência de problemas no órgão.

De acordo com pesquisas recentes, um em cada três brasileiros apresenta gordura no fígado. O cenário é tão alarmante que a Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) definiu um consenso nacional sobre a doença, classificando-a como uma epidemia mundial.

Afinal, quais os fatores de risco que favorecem o problema e como preveni-lo?

Problemas para emagrecer: O fígado é responsável por eliminar toxinas do organismo e metabolizar os nutrientes consumidos ao longo do dia. Quando o órgão trabalha de forma errada, fica mesmo mais difícil reduzir o peso corporal. Mas atenção: o fígado gorduroso é uma consequência da obesidade, isto é, quando a pessoa está acima do peso, o surgimento da esteatose hepática é favorecido.

Por que a gordura no fígado atinge tantas pessoas? Principalmente, por causa das mudanças nos hábitos de vida. "Hoje, as pessoas costumam trabalhar por longos períodos sem parar para se alimentar adequadamente e, ao fim deste período ou quando já estão famintas, comem o que é mais fácil e mais calórico, como frituras", explica a coordenadora do Grupo de Fígado Do Serviço de Gastroenterologia do Hospital do Servidor de Hospital Público Estadual de São Paulo, Mônica Viana.

"Além disso, muitas vezes a rotina não permite a prática de exercício físico com uma frequência razoável", ratifica. Ainda de acordo com a profissional, a esteatose também pode estar sendo desencadeada pelo maior consumo de bebidas alcoólicas, ou de medicações que possam causar agressões ao fígado, como remédios antirretrovirais (HIV), antidepressivos e anticonvulsivantes.

A doença tem tratamento? A boa notícia é que é possível tratar e até mesmo curar o fígado gorduroso por meio da identificação dos fatores de risco e do controle dos mesmos. "As principais causas do surgimento da doença são hipertensão arterial, obesidade centrípeta (circunferência abdominal maior que 88cm na mulher e 92cm no homem), glicemia de jejum alterada, colesterol alterado, triglicérides maior 150mg/dl ou a presença de esteatose ao ultrassom", esclarece Mônica.

Se não tratada, essa doença pode evoluir para algo mais sério, tendo várias consequências, como cirrose e câncer. Além disso, é notável o aumento do risco de a pessoa desenvolver diabetes, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

Atenção aos sintomas: Embora a doença não apresente muitos indícios, é preciso ficar atento a alguns sinais que indicam sua ocorrência. "Podem ser observados a obesidade central (barriguinha), a dor de cabeça (que pode ocorrer quando a pressão arterial se eleva), e náuseas quando existe a ingestão de alimentos gordurosos", ensina a profissional.

Quando detectado o fígado gorduroso, a pessoa deve manter uma dieta específica, com pouco consumo de alimentos calóricos e constante ingestão de água. Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, sendo realizados com frequência adequada e, de preferência, optando pelos aeróbicos abdominais.

"Os exames de sangue e a medição da pressão arterial e da circunferência abdominal também são muito úteis para que a pessoa perceba que tem os fatores de risco para a esteatose hepática ou já o diagnóstico da mesma", finaliza Mônica.

Fonte: Alto Astral



 
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